Trabalho de Sombras                         Em alemão

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"Nosso workshop foi um verdadeiro tsunami que, em três dias, destruiu o que devia ser destruído, ou melhor, destruiu construindo novos ânimos e verdades."
- Linnéa Castello - Rio de Janeiro


"Luz do sol/que a folha traga e traduz/em ver de novo/em folha, em graça, em vida, em força, em luz....."
(trecho da canção Luz do Sol, de Caetano Veloso)
É com o espírito dessa canção de Caetano veloso que busco traduzir com palavras o que o Trabalho das Sombras representou para mim : uma verdadeira transmutação de pontos não-iluminados da minha alma, que sequer sabia que existiam, em pontos de luz, que aos poucos vêm trazendo clareza de pensamentos e muitos insights, pois as descobertas do "eu interior" que fazemos com as vivências do Trabalho das Sombras representam uma catarse, uma verdadeira limpeza das toxinas da alma.
Ao final dessa "faxina", sentimo-nos plenos e mais leves, pois todos os nossos medos e angústias nos parecem menores, ao passo que nossos sonhos tornam-se algo maior e mais palpável.
A partir desse trabalho, sinto que posso percorrer o caminho que eu desejar com muito mais segurança daquilo que estou fazendo.
É por isso que convido a todos aqueles que receberem o "chamado" - aquele que ecoa dentro de cada um e diz que quando o discípulo está pronto, o mestre aparece - a se lancarem no Trabalho das Sombras, para que possam trilhar esse caminho e experimentar a mesma sensação de plenitude que estou vivenciando agora.
Para isto, basta desejar genuinamente promover o autoconhecimento em suas vidas, com coragem para enfrentar as sombras que virão à tona cada vez que participarem de um processo de Shadow Work, com infinitas possibilidades rumo à felicidade."
- Clau Bernardes,   Rio de Janeiro


"E, de repente, tudo aconteceu.....Cheguei um dia atrasada no grupo, me dispus a ser a primeira a ser atendida, sem saber o que iria acontecer e como. Com calma e paciência, Marie-Françoise foi me ajudando a dar clareza aos meus sentimentos mais recôndidos, escondidos mesmo.
Tive a ousadia de matar aquelas sombras que há tanto tempo me atormentavam. Me emocionei, chorei e, ao sair para casa, me senti leve e apaixonada. Apaixonada pela vida, com vontade de viver. Não me lembro de um dia ter me sentido tao bem. Estou indo à luta nas coisas que quero atingir, sem deixar que o ímpeto tome conta. Descobri quanta coragem eu tenho e que ela só precisava de um empurrãozinho para sair. Obrigada a todos do grupo por terem me ajudado a fazer meu processo ficar mais claro para mim e principalmente à Françoise por ter "desencavado" tantas qualidades minhas."
-  Ingrid Friedrich, Rio de Janeiro

“O Trabalho da Sombra proporcionou-me um avanço e um enriquecimento significativos
em  minha busca e empenho no sentido de alcançar e expressar minha plena humanidade, representados pela ampliação do auto-conhecimento e pela passagem de um estado de saturação de sofrimento existencial, para outro de limpeza, leveza e bem-estar corporal/orgânico/emocional. O Trabalho da Sombra conduziu-me novamente ao encontro da fonte de minha sensibilidade, de meus dons e atributos, enfim, do melhor de que disponho para expressar e oferecer nesta encarnação.”
— Thiers G. Mattos, Rio de Janeiro

 

“O workshop das sombras, desde o início, despertou tanto meu interesse quanto a curiosidade. Em primeiro lugar, por se basear em conceitos junguianos já que além da sombra, traria consigo uma concentração em 4 arquétipos. A seguir, meu desejo de participar cresceu quando conversei com uma colega, psicóloga como eu e com formação numa abordagem também corporal. Ela havia participado de pelo menos um trabalho e teceu muitos elogios tanto ao workshop em si como à coordenadora do mesmo. Com isso, surgiu a confiança junto com uma sensação de que isso era algo que, nesse momento da minha vida profissional e pessoal também seria bem-vindo.
     Inscrevi-me logo e fiquei ansiosa esperando pelo final de semana marcado para o trabalho. Primeira a chegar, fui recebida com carinho por Marie-Françoise. Conversamos um pouco, descobri que ela também havia feito um curso na abordagem Reichiana, o que nos aproximou desde o início. Pouco depois, chegou uma participante que me contou que essa seria a segunda ou terceira vez que faria o workshop. Gostou tanto do trabalho que estava trazendo uma irmã.
     De início fiquei preocupada com o número de horas que estaríamos passando junto, mas essa preocupação foi se desfazendo. Fui percebendo o quanto era necessário ter tempo para o que íamos vivenciar. Na sexta-feira começamos às 16h. A primeira parte foi dedicada à teoria ou à explicação do que passaríamos, com a atenção voltada para os arquétipos que teriam um papel importante no desenrolar do trabalho. Aos poucos, começamos a participar das dinâmicas propostas pela coordenadora. Tudo para mim era bastante familiar, pois trabalho de maneira parecida nas situações de grupo. Passamos por visualizações, exercícios em pares, trabalhos corporais. Era familiar, mas novo ao mesmo tempo e foi permitindo aos poucos a aproximação entre as pessoas e o crescimento da confiança para o que faríamos logo depois.
     Assim, no segundo dia já começávamos a estar prontos para vivenciar processos pessoais. Tudo foi acontecendo de forma natural. É claro que tínhamos medo mas pudemos falar sobre isso e ter liberdade para participar, ou não, e mesmo de escolher o momento mais apropriado para cada um de nós.
     Fazer parte dos processos das pessoas foi profundamente emocionante. É emocionante ser parte da vida, da experiência de alguém para ele ou ela confrontar-se com uma questão e terem a oportunidade de elaborá-la num contexto que traz consigo proteção e acolhimento. É, além disso, um presente já que também nos permite manter contato com nossos próprios processos internos.
     Após algumas participações em processos de outros, visualizei uma questão que queria encarar com mais clareza. Era algo que, ao longo de muitos anos de psicoterapia individual e de grupo, eu havia trabalhado, mas não da forma como se apresentava neste momento. Em retrospectiva, acho que, pela primeira vez, não senti muita dificuldade com a decisão. Significava me expor bastante. Era uma questão antiga, lá da minha infância e que eu percebia o quanto me havia acompanhado a vida toda. Senti-me pronta, naquele momento, e confiante o bastante nos meus colegas de workshop para me entregar ao processo e recebê-los como co-participantes.
     Pode ter sido longo mas para mim durou o tempo exato que precisei para me expor, vivenciar os diferentes aspectos da questão e perceber a influência que ela teve em muitas áreas da minha vida. O resultado foi um sentimento de satisfação por estar realizando algo que eu nem sabia antes estar precisando fazer. Além disso, sobreveio uma imensa gratidão. Gratidão pela oportunidade de fazer um trabalho tão bonito, pela tranqüilidade, competência e firmeza com que Marie-Françoise nos conduziu ao ponto de querermos nos entregar ao processo; gratidão pelo acolhimento e afeto de cada pessoa em cada momento; gratidão ao universo por ter me dado mais esse presente e, finalmente, gratidão a mim mesma por ter vivido algo tão plenamente.
      Nesse momento, o que eu posso dizer é que essa foi minha experiência pessoal e que ela se deve tanto ao fato de eu ter respeitado a atração imediata que senti ao tomar contato com o trabalho, quanto ao fato de eu ter tido, logo depois, a oportunidade de trocar idéias com alguém em quem confio para me informar mais sobre o mesmo a ponto de me confirmar que era algo que eu queria e para o qual estava preparada. E, para finalizar, acrescento que, ao consultar o meu coração, senti segurança e firmeza para embarcar nessa viagem. Por tudo que significou passar por essa experiência, me sinto plena e imensamente grata.”
— S.H., psicoterapeuta, Rio de Janeiro


 

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6.7.2008. Para tomar conhecimento do Trabalho da Sombra em outros países, queira visitar o site www.shadowwork.com.